domingo, 23 de setembro de 2007

Dai-me luz, ó deus do tempo

[sopro]
Deixa eu tirar a poeira e as teias disso aqui!

***
Dai-me luz!!

O amor deixou de existir. Será?
O medo não me deixa ver.
A vontade se ausenta, e é apenas uma brisa lenta que me carrega.
Talvez não seja a escuridão.
Apenas uma preguiça repentina
que toma conta da minha cabeça
e embaça todas as forças
e endurece todos os músculos
e apaga qualquer desejo.
Talvez..
Mas por via das dúvidas, é melhor procurar um interruptor!
***
agosto/2007

***
O que é um homem sem uma mulher?
O que são pessoas sem amigos?
O que são animais sem carinho?
O que são filhos sem irmãos?
Será que eles sobrevivem?

Um céu sem estrelas cometas e raios?

Um menino sem bola?
Um aluno sem caderno?
Um sorriso sem dentes?
Será que eles existem?

Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada

e mesmo que não fosse
não deixaria de crescer e desabrochar a flor.
***
agosto/2007


Textos que escrevi numa madrugada de insônia.

"pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza, é preciso um bocado de tristeza senão não se faz um samba não" - Vinícius de Moraes.
Talvez por isso não esteja atualizando aqui e muito menos escrevendo.

;)

Felicidades a todos os seres presentes.

2 comentários:

Anônimo disse...

i lov u

Anônimo disse...

Oi Ana Lua,

Realmente, as madrugadas de insônia são ótimas amigas das letras. Os textos produzidos nelas, trazem resultados bem legais. Enfim, felicidades para você também!

=)

P.s.: Desculpa a ausência. É o tempo curtinho.

Beijos